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domingo, 1 de abril de 2012

Domingo de Mimo: CÃES SORRINDO



Domingo de Mimo: CÃES E JOGADORES DE FUTEBOL



Domingo de Mimo: CANIL DE RICO

sábado, 25 de fevereiro de 2012

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Domingo de Mimo: CONHEÇA O SEU CÃO


Gentilmente enviado por Lú Colossi.

Úrsula Maff

domingo, 29 de janeiro de 2012

Domingo de Mimo: Homenagem/ REDENÇÃO DO CÃO

HOMENAGEM À MIM E AO MEU PAPAI:

Coisa que sempre me chamou a atenção foi o fato de, em nossa Língua, designarmos com o mesmo termo, cão, tanto o maior amigo como o maior inimigo do homem. Resolvi pois investigar, e com algumas consultas à Bíblia (www.bibliaonline.com.br), a um saite de etimologia (www.origemdapalavra.com.br) e à wikipedia (www.pt.wikipedia.org), pude esclarecer o assunto. São dois termos de origens diferentes que em português ganharam a mesma grafia e som. Cão, como sinônimo de Diabo, vem do hebraico, Cam, e segundo leitura sobre eimologia, "os hebreus consideravam os cananeus seres desprezíveis". Li porém, acho que na wikipedia, que foi Cam que deu origem aos cananeus, primeiros habitantes de Canaã. Mas o que mais me chamou a atenção foi o fato de, tendo Cam avistado seu pai Noé bêbado e nu, ao invés de cobri-lo com um lençol e protegê-lo, correu a, com zombarias, contar a seus irmãos, tendo por isso Cam e sua descendência recebido a maldição do pai - coisa bem parecida com o que aconteceu com Lúcifer. Já cão para referir-se a cachorro tem sua origem, segundo a fonte etimológica citada, no termo indo-europeu Kwon, que se referia ao cachorro mesmo.

O generoso João Baptista de Alencastro, médico, poeta, escritor, crítico de cinema, homem culto e viajado, um dos membros da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores (Sobrames nacional), tem ainda o mérito de amar e conhecer bem o nosso fiel amigo, inclusive escrevendo amiúde sobre sua cadela Úrsula, a qual chega mesmo a expressar ideias verbalmente, às vezes, e generoso que tem sido com este modesto vate, decerto não se incomodará de ter seu nome na dedicatória do cordel, o qual tem pelo menos o mérito de não ser dos longos e cansativos. Já não era sem tempo, amigo! Com certeza quando Úrsula souber da Redenção vai transmitir tal fato a outros cães, e, através do boca a boca, isto é, do late late, os cães daqui aos poucos vão deixando de ser desconfiados e tristes.

absaam




A REDENÇÃO DO CÃO

"E viu Cão, o pai de Canaã, a nudez do seu pai, e fê-lo saber a ambos seus irmãos no lado de fora." (Gênesis, 9:22)


Para João Baptista de Alencastro


Toda vez que chego em casa
sou muito bem recebido
pela mulher e os filhos
e pelo cão tão querido;
mas de uns dias pra cá
percebi, dei de notar,
o bom cão entristecido.

Que teria acontecido?
O que houve de anormal?
Come bem, se exercita,
tem passeio matinal...
Tem sua casa, espaço...
Recebe carinho, abraço,
tem convívio social...

Algo de especial
notei nas próximas manhãs
quando o cão se reunia
com almas suas irmãs:
pareceu-me, sem enganos,
desconfiar dos humanos
quando estava com outros cães.

De influências malsãs
não há perigo... Até ri:
Todos os seus companheiros
são cães de bom pedigri.
Então dei de me esconder...
- Leitor, vocé não vai crer
naquilo que descobri!

Pelo que vi e ouvi
com experiência e atenção,
sem qualquer sombra de dúvida,
eu cheguei á conclusão
que eles ficam zangados
toda vez que são chamados
também pelo nome "Cão".

E não lhes tiro a razão:
quem sempre nos foi fiel
não deve ser comparado
a um mentiroso cruel...
Pois sabe qualquer marmanjo:
em sendo um cão nosso anjo
não era expulso do Céu!

E frente ao nobre papel
do bom cão, não é direito
que se julgue comparado
a um vilíssimo sujeito
- Arquétipo da Traição,
o Mestre da Ilusão,
espelho mais que imperfeito!

E eu, que sou um sujeito
que sempre busca a verdade,
procurei me informar
de tal erro, da maldade
de tratar com um só nome
fiel amigo do homem
e o Rei da Falsidade

Digo com sinceridade
que há uma confusão:
Cam - um filho de Noé -
deu origem ao nome Cão:
pai bêb'do e nu avistando,
saiu zombando e contando
- recebeu a Maldição!

Já o mesmo nome "cão"
que veio do termo "Kwon"
de origem indo-européia,
designa o cão que é bom.
Um termo vem do hebreu,
o outro é indo-europeu
com a mesma grafia e som.

Mas o bom cão, tendo o dom
de espelhar os mestres seus,
queira receber agora
raros cumprimentos meus:
se de Deus o homem é filho,
tu podes, sem empecilho,
se dizer Neto de Deus!

A Jesus, Jeová e Zeus,
peço a nobre proteção,
extensivas a um amigo,
o generoso João,
a Úrsula tão dedicado
- que receba com agrado
este cordel do bom cão!

Antônio Adriano de MedeIros
João Pessoa, 25 de janeiro de 2012.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Domingo de Mimo: GATO E RATO


Veja até o fim, é simplesmente lindo!





VENDO:

Uma porra de gato Inútil!

Gentilmente enviado por cães que detestam gatos.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Domingo de Mimo: LUCAS HEMBREE E SEU CÃO




Um menino de Tennessee Oriental (EUA) com uma doença rara e seu cão de um antigo abrigo possuem uma relação única. A capacidade de Lucas Hembree, 4 anos, para viver a vida ao máximo está lentamente desaparecendo. Ele sofre de síndrome de Sanfilippo, uma doença rara que afeta seu corpo inteiro. Não há tratamento nem cura para a doença. Os médicos acreditam que Lucas possa estar em um estado vegetativo em cinco anos.
Sua mãe Jennifer disse, "Todo dia é um desafio diferente, todo dia é uma viagem diferente". Os pais de Lucas acharam que um cão de serviço seria bom para ajudar com os desafios diários. Mas a um custo de 14.000 dólares, a idéia não só parecia inacessível, mas também um tiro no escuro na melhor das hipóteses, disse seu pai Chester. "Na época, os manipuladores do cão de serviço, não acharam uma boa idéia. Ela nunca vai dar certo", disse ele. Eles não conheciam Juno. Ela é uma Malanois belga resgatada de um abrigo de animais em Tennessee apenas alguns dias antes de serem sacrificados.
Os Hembrees pagaram cerca de cem dólares para ter Juno em casa. Malanois são conhecidos por sua capacidade de aprender os comandos rapidamente. No entanto, a partir do momento que Juno conheceu Lucas, Chester disse que havia algo instintivo sobre seu relacionamento. "Percebemos um dia que Juno estava girando em círculos em torno dele e lamentando-se, colocava o nariz em cima dele. Checamos seus níveis de oxigênio e eles eram baixos", disse ele. Juno é literalmente um ombro para Lucas se apoiar, e muito mais, diz o pai. "Ela lhe deu bastante confiança. Agora, se ele fica nervoso, ele a puxa para perto dele. Ela fez uma diferença drástica", disse Chester.

Gentilmente enviado por Lú Colossi.

Úrsula Maff
Os Hembrees muitas vezes usam a cor roxa como um símbolo de sua luta contra a síndrome de Sanfilippo. Jennifer disse que é a mesma cor da coleira que Juno estava usando na primeira vez que se encontraram. Um menino e um cachorro juntos, ajudando um ao outro de formas que só eles compreendem inteiramente.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Domingo de Mimo: CÃES ESPANTAM TUBARÕES







Dois grandes amigos, não suportam bem a presença de tubarões de arrecifes, então, dão um "chega pra lá" neles.


Úrsula Maff

domingo, 25 de dezembro de 2011

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Domingo de Mimo: PITBULL ADOTA FELINO







Num ato maternal e sem igual, essa enorme e poderosa fêmea de pitbull adota um filhotinho felino.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Domingo de Mimo: JACK RUSSEL CAÇANDO COBRA


Cães caçam cobras e na maioria das vezes não são picados e as matam.
Mas eu pessoalmente, não me arriscaria e nem o papai iria permitir...

Úrsula Maff

Vídeo gentilmente enviado pelo Marcão

domingo, 27 de novembro de 2011

Domingo de Mimo: CÃO MOTOCICLISTA


Eu sou menor do que esse labrador e não consigo colocar minhas patas nos ombros do papai.
Mas garanto que ando com ele dentro do casaco em sua Harley Sporters 1200s, preta.

Gentilmente enviado por Lú Colossi

sábado, 26 de novembro de 2011

Domingo de Mimo: Centro espírita recebe cães

Comportamento

Centro espírita se dedica a receber cães, gatos e outros animais

Confira a curiosa rotina do único local na capital especializado em atender bichos de todas as espécies

Carolina Giovanelli | 26/10/2011

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Palestra antes do “passe”: pacientes em silêncio

Agliberto Lima

Uma casa de esquina pintada de verde, no Parque Vitória, na Zona Norte, apresenta um movimento parecido com o de um consultório veterinário às quintas, sextas e aos domingos. Dezenas de gatos e, principalmente, cachorros entram e saem presos em coleiras, dentro de caixinhas e aconchegados no colo de seus donos. Não se trata de uma clínica médica, mas da Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama), o único centro dessa doutrina religiosa da capital especializado em receber bichos de todas as espécies. “Queremos mudar a consciência das pessoas em relação a esses seres vivos, que têm alma e dependem de nós”, afirma Sandra Denise Calado, presidente da entidade. Ela diz que se descobriu médium no fim da década de 90. Com dois amigos veterinários, Marcel Benedeti e Cristiane Villarista, criou, em 2006, a Asseama. Três anos depois, a associação ganhou sede própria, onde hoje são atendidos 200 fiéis por semana.

Agliberto Lima

A médium Sandra: “Aqui é só mais uma etapa no processo de cura

A médium Sandra: “Aqui é só mais uma etapa no processo de cura"

Num domingo típico, o dia de maior movimento, os carros começam a chegar por volta das 8h30. Os frequentadores se reúnem em um quintalzinho, onde há uma lanchonete vegana (sem carne, laticínios e ovos). Só são vendidos produtos como croquete de alho-poró com tofu defumado e coxinha deproteína de soja. Em seguida, as pessoas com seus bichos se dirigem a uma sala repleta de quadros religiosos — com imagens de Jesus e São Francisco de Assis, padroeiro dos animais — para orar e assistir a uma palestra. Durante quinze minutos, os animais de estimação permanecem surpreendentemente em silêncio, sentados junto de seus donos. Vez ou outra uma sinfonia de miados ou latidos toma o ambiente, porém o barulho dura pouco tempo.
No fim da apresentação, um a um eles se dirigem para um cômodo separado a fim de “tomar passe”. De acordo com a doutrina, esse processo se dá quando um espírito transmite energias através das mãos de um médium, colocadas na cabeça do animal. A dona de casa Eloisa Lorenzetti, criada em família católica, aparece ali toda semana com seu pequeno poodle Kiko, de 11 anos. Ele foi diagnosticado com linfoma em maio e perdeu a maioria dos pelos por causa das sessões de quimioterapia. “Antes eu só chorava”, diz ela. “A Asseama me trouxe muito consolo.”

Agliberto Lima

Oração: 200 pessoas vão ao centro por semana

Oração: 200 pessoas vão ao centro por semana

Sempre gratuito, o tratamento também pode ser realizado a distância. Cerca de 3.500 animais de outros locais do Brasil e até do exterior, entre cavalos, ovelhas, porcos e galinhas, foram cadastrados por seus donos no site da entidade para receber as boas vibrações. Logo após as sessões ao vivo, o grupo de quinze voluntários se reúne para pedir auxílio divino para a bicharada distante. Nessa hora, o proprietário precisa estar junto do companheiro de estimação, em silêncio e concentrado. Mantida por doações, a Asseama promove ainda festas temáticas e aulas de culinária vegetariana. No começo do mês, a equipe lançou o livro “O Evangelho dos Animais”, psicografado pela própria Sandra.
Quase todos os pets que aparecem por lá sofrem com algum problema de saúde. É o caso da gatinha Lola, que perdeu a visão por causa de um herpes-vírus. “Quando vim para cá, achei que aconteceria um milagre e ela se recuperaria totalmente”, conta a aposentada Yara Alves. “Isso não aconteceu, mas o atendimento ajudou muito em pequenos problemas, como a baixa imunidade dela.” O alegre cão dachshund Bola, de 7 anos, se locomove com um carrinho acoplado a suas patas traseiras por causa de uma paraplegia. Já o cocker Boby enfrenta um câncer no fígado. “Ele sempre sai daqui muito tranquilo”, garante sua dona, a psicóloga Márcia Souza.
Apesar das reações positivas, a presidente da Asseama não aconselha ninguém a abandonar o tratamento veterinário. “Aqui é só mais uma etapa para auxiliar na cura”, diz. Outra pergunta recorrente relacionada ao serviço é a seguinte: quem perdeu um animal querido pode encontrar sua “alma” circulando pelo local? Acredite se quiser: de acordo com Sandra, seria possível, sim, ter notícias de bichos já falecidos. Mas somente médiuns como ela conseguiriam ver esses espíritos.
Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama)


Rua Manuel de Moura, 63, Parque Vitória
3534-3643
Quinta, 16h30 e 17h30; sexta, 19h; domingo, 9h, 9h50, 10h45 e 11h35 www.asseama.com.br.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

domingo, 6 de novembro de 2011

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

domingo, 16 de outubro de 2011

Domingo de Mimo: Dia de São Francisco de Assis

No dia de São Francisco de Assis, na Itália,
Padre Tomaz faz um gesto simbólico
que comoveu o mundo!

domingo, 9 de outubro de 2011

Domingo de Mimo: CÃES E CRIANÇAS DORMINDO



Imagens gentilmente enviada por Tânia Reimann.

Úrsula Maff