domingo, 26 de junho de 2011

Domingo de Mimo: PORQUE SEU CÃO TE MORDEU

Mais uma vez os proprietários tentam ridicularizar seus cães.
Nós não somos coelhos e/ou quaisquer outros animais.
Apesar da foto ser criativa, eu morderia se alguém fizesse isso comigo.
Não é meu vestuário que diz quem eu sou e sim eu mesma!

Úrsula Maff


gentilmente enviado por Lú Colossi

sábado, 25 de junho de 2011

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Cesta Cultural: FRAN LEBOWITZ

"Se você é um cão e seu dono sugere que você use um suéter, diga-lhe que use um rabo."

Fran Lebowitz

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Quarta farejadora, CÃOriosidades: CÃES E O CÂNCER DE OVÁRIO


Sim, meus amiguinhos! Cães conseguem farejar tumores malignos de ovário. Em trabalho publicado pelos autores suecos :

Human ovarian carcinomas detected by specific odor.

Source

Department of Oncology, Sahlgrenska University Hospital, Göteborg, Sweden. gyorgy.horvath@oncology.gu.se


Prova-se claramente que isso é factível. Sabemos que o câncer de ovário é conhecido como o "assassino silencioso", pois é de difícil diagnóstico e os marcadores são inespecíficos, assim como a maioria dos exames.


Ainda bem que os estudo mostram que os animais conseguem identificar esses tumores que tem cheiro diverso de outras neoplasias humanas femininas do trato genital.


Úrsula Maff

Quinta está no ar, cinema: ILHA DAS FLORES

Esse filme é um curta-metragem de 1989, do Jorge Furtado. Muita gente pensa que eu sou um cão ecológico. Mas eu sou é mesmo selvagem. Entretanto aprecio muito as causas conservacionistas, pois elas são as que mais se aproximam da minha maneira de ver e pensar (sim! cachorro pensa!) .

Leiam a resenha do titio COBRA e se possível veja ou revejam a fita. Está mais atual do que nunca.

“Ilha das Flores”

Ocasionalmente sou cobrado e criticado por não escrever sobre curtas-metragens. Realmente eu não o faço, mas isso não significa que não os veja e muito menos ainda que não os admire. Este, no caso, é imperdível. Na minha humilde opinião o melhor de todos os tempos do Brasil. Didático, criativo, belo, veloz, midiático e profundo. Querem mais?

Convidado para dar uma palestra de abertura da uma turma de ensino médio, pela professora Cynthia Alexandra, levei o filme. Por razões técnicas, não passou. A cena inicial dos tomates, do japonês e a conceituação do ser humano como uma animal diferenciado é perfeita.

Depois disso, conceitos e imagens são arremessados numa velocidade vigorosa e necessária. E a cada um deles minha atenção aumenta e meu critério de julgamento e crítica, idem.

Flores, perfumes, compras. A cadeia de produção está quase toda ali mostrada. Desde a matéria–prima, passando pela transformação, acúmulo, venda e utilização. Até o descarte, que é o lixo.

Em seis minutos de projeção fico impressionado com a quantidade de conceitos, todos adequados e de grande capacidade de discussão e reflexão. Os porcos aparecem e obviamente cercados de crianças e o lixão. Todos sabem o que vai acontecer e é duro.

A paulada da exclusão social é enorme. E do ponto-de-vista apresentado pelos autores e diretor, o Jorge Furtado; é brilhante. Qual a razão de tamanha discrepância e injustiça?

Os motes – palavras repetidas várias vezes com sentido evidente – são marcados mais uma vez. As imagens do tomate, da dona-de-casa, da Ilha das Flores, do lixo, dos porcos é muito bem colocada e os ângulos belos.

O final nos convida a reflexão e também á discussão. Será que um dia o ser humano perceberá que essa destruição ininterrupta do nosso planeta levará á nossa extinção. E; como dizem os índios lakota, da etnia sioux: “O homem branco precisa saber que não se come dinheiro, nem carros, nem eletrônicos.”

O que há de bom: criatividade e agilidade máxima em exíguos treze minutos

O que há de ruim: pouco divulgado nos lares em geral e nas escolas em particular

O que prestar atenção: quando se lê “Deus não existe”, não significa que quem filmou concorda ou não; cabe ao espectador tirar suas próprias conclusões

A cena do filme: a conexão das imagens e textos finais, já nos créditos, sobre o que é real (documentário) e ficção

Cotação: filme ótimo (@@@@)


COBRA

Terça Insana: ZOOLÓGICO DE GOIÂNIA


Como já postei em outra oportunidade, moro em Goiânia. Bem pertinho do Zoológico, ao lado do Lago das Rosas, onde nado regularmente.

Ele está fechado desde 2009. Vários animais de grande porte já morreram. É uma pena. Muitos estavam idosos e enjaulados.

Dizem que estão reformando, mas eu andei por lá e vi que praticamente nada foi feito.

  1. Existem zoos da década de 50, com jaulas. De 60 com fossos. De 70 com animais soltos passeando. Depois daí nunca mais se construiu um Zoo. Melhor as pessoas irem onde os bichos vivem soltos, nas reservas. O nosso é de 56...
  2. Animais morrem de velhice, claro... Mas também de maus tratos e abandono. Será que foi verificado?
  3. Se vai reformar, por que não fica pronto logo?
  4. E o parque em torno dele? Eu adorei, apesar das fezes dos hipopótamos serem drenadas para o Lago em que eu nado...
  5. E os animais que ficam soltos? Não tem riscos de serem atropelados? Como a preguiça de três dedos que o papai salvou outro dia? No meio da rua?
  6. Será que existe espaço para um Zoo? Por que as pessoas não fazem propaganda do Parque Nacional das Emas e promovem excursões para lá e também não criam meios de receber o turista?
Úrsula Maff

Pergunta ao cão: Segunda de dúvidas CORRER ATRÁS DO PRÓPRIO RABO

Olá Úrsula,

Apesar de eu conhecê-la pessoalmente, gostaria de saber duas coisinhas:

1- Por que você é tão agressiva quando chego na sua casa?
2- Por que meu cachorro, Pituca, fica correndo atrás do rabo?

Cláudio Oliveira